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sábado, 31 de agosto de 2019

Nossa Senhora


Comemorar eu não queria... mas tenho uma família abençoada. Amigos dedicados. Vão aparecer pra me abraçar. Fiquei sabendo


Virão me saudar. Vão me abraçar.  Surpresa que já me emociona. Ando frágil. Choro à toa.
Mas vou receber seu carinho que é tão sincero. Preciso preparar o coração. 
Minha vida está ligada a todos eles que me acompanham há tanto tempo. Vou levantar o astral. O aconchego de familiares vai antecipar meu niver. Virão no domingo. 
Trarão a festinha. Que é o amor que nos une. Não vou fugir. Vou aceitar tanto amor. 
Eu também os amo muito!
Cida Torneros 

Besame mucho!


Dança com lobos. Filme que revi hoje.


Um filme que gosto muito. Revi o dvd nesta tarde de sábado.  Índios dando lição aos brancos invasores na América do Norte.  
Dança com lobos é o nome que os índios apelidaram o soldado que abraçou a causa deles.  Choque cultural com ensejo para grande aprendizado. Os indígenas merecem muito respeito. Em qualquer época.  
Em todos os lugares do planeta.
Cida Torneros 

Moacyr Franco


Quem é você? Em 1969 nós caminhávamos abraçados cantando essa música na Praia de Icaraí!


Foi um tempo muito feliz. Passou...

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Sextou....a noite veio tão sozinha... a poesia do balanço da vida me invadiu...


Sextou? Sim. É  madrugada de um sábado.  O último dos meus 60 anos. Segunda vou setentar. 2 de setembro entrarei no meu décimo ciclo de 7 anos. Quando acontecem em mim as profundas metamorfoses. Sempre de 7 em 7 anos. Com 7 escrevi o primeiro jornalzinho na escola: O guardião.  Aos 14 decidi que seria jornalista. Aos 21 conheci o cara que viria a ser o pai do meu filho. Aos 28 tive o bebê mais lindo do mundo. Aos 35 vivi o auge profissional na correria. Aos 42 comecei a questionar meus afetos. Com 49 reiniciei minha vida sozinha. Com 56 pensei em escrever meu primeiro livro que aprontei em 2 anos. Com 63, lancei o segundo livro, me aposentei e passei a cuidar de mamãe.  Aos 70 vou recomeçar a viver sem ela, vou minimizar o luto. Talvez seja a hora de escrever o livro de poesias. Já escrevi tantas nessas 7 décadas.  Preciso selecionar.
Sextou. Vou poemar. Aliás,  preciso disso, é o jogo dos 7 acertos de contas com a vida. 
Vou nesse caminho reencontrar versos idos, sentimentos vividos, sonhos ressurgidos, talvez reveja aquele menino do primeiro ano da faculdade. Ele era um amor pra se fugir. Hoje ele pode ser uma fuga pra se amar. Bom é que nesta madrugada nem o remédio de dormir faz efeito. Porque um tempo múltiplo de sete me anuncia grande virada. Vou enfrentar. Terei garra para olhar de frente tudo que precisar.  Terei força para reaprender conceber poesias que falem de Paris ou de mares. Ouvirei sua voz muitas vezes ou por telefone, ou por lembranças,  enquanto evelhecerei no decorrer de muitas noites de sexta-feira. Quem sabe o veja no bar da esquina da Universidade? Escaparemos para o portão do Colégio Religioso. Lugar escuro ideal para repetir aqueles beijos puros. 
Como o tempo não conseguiu apagar aquelas sensações?  O segredo foi mesmo a poesia que permanece em mim, nele também,  50 anos depois. Devo um livro de poemas à nossa história que começou em 1969. Vou publicar. Em homenagem aos nossos setenta e muitos anos!
Cida Torneros 


L'amour


Por que Brigitte Macron é diferente?


70 anos de Bênçãos


Velha companheira


14 dia Quaresma de São Miguel


quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Brasileirinho


Destruir a Amazônia?


Bolsonaro diz: O Brasil é esse lixo!


Pelo amor de Deus


Salve Martinho e Dona Ivone!


Amazônia


Chegando aos 70 com gratidão


Resistência! Brasil!


13 dia Quaresma de São Miguel


Notícias de 29 de agosto


MULHERES BORDADEIRAS By Aparecida Torneros. - ppt carregar

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Como dizia o poeta


quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Fernanda Young. Ela é surpreendente apesar de ter partido


Um índio




Flores para enfeitar nossas vidas!






Ave Maria


Sonata de Outono


Revi Sonata de Outono no Telecine nesta manhã de quarta-feira.


Obra prima de Bergman. Com as suecas nos papéis de mãe e filha.  Filme de um tempo quando eu era muita reflexão e tinha grande impulsividade. 
Foi uma obra que me marcou. Tive fases de relação difícil com minha mãe.  Mas a velhice dela e agora a minha nos deram tempo e chance para perdões e aconhegos. Sou grata!
Cida Torneros 



Tempo tempo tempo


Brasil precisa de ajuda


O medo da felicidade


Brigitte


Brigitte Macron, mulher amada, respeitada e acima de qualquer machismo ultrapassado!


Ela surpreendeu o mundo quando assumiu o posto de primeira dama da França,  casada com o jovem político que tinha sido seu aluno na adolescência.  A paixão nascida naquele tempo persistiu , ela divorciou- se e ele voltou para casarem. Mulher de personalidade forte, culta, mãe e avó,  companheira do presidente francês,  elegante, nem se compara as que dependem das figuras masculinas para aparecerem na mídia.  Brigitte tem luz própria.  Aos 66, esbanja imagem de mulher decidida é realizada. Viva Brigitte!
Cida Torneros 

Quaresma de São Miguel 12 dia


terça-feira, 27 de agosto de 2019

Fernanda Young, um papo reto que admiro 20 anos Depois!


Ela nos deixou aos 49. Tenho 69.
Sou como ela , acho que também minhas melhores faces são a escritora e a mãe.  Não fui tão ousada. Talvez tenha sido e nem me dei conta. Sofri sua partida. Passei esta semana com crise de asma. Ela trabalhou muito e produziu em pouco tempo. Génia.
Uma Aladim de personagens saídos de lâmpada mágica.  Deixa um vácuo.  Há muita coisa dela que ainda quero ler.
Cida Torneros 

Piaf


Pós feminismo


Escolhas amorosas


Quaresma de São Miguel Arcanjo


No exterior, zombam de Bolsonaro


A vida invisível


Malagueña


Maria Callas : Habanera


Yesterday when I was young


Maricotinha


O reencontro com o primeiro amor!


Amigas, vamos à Vassouras em novembro?




Há muitos anos, costumo viajar com Elza Gimenez e Ermelinda Rita quando elas conseguem dias de férias.  Começo a sonhar com uma escapada nossa até o Vale do café fluminense. Será que vamos conseguir? Muita saudade das nossas aventuras em Porto Alegre,  Floripa, Curitiba e Ouro Preto, Tiradentes, Paraty. Vamos, meninas? Daremos um jeito! Estamos precisando.  Somos 3 jornalistas necessitadas de ficar um pouco fora das notícias ultimamente aterrorizantes. Prometo levar injeção pras dores de coluna!

Beijos mil!
Aparecida Torneros  

Como o mundo reage ao momento brasileiro


Quaresma de São Miguel


segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Macron espera que Brasil tenha ''um presidente que se comporte a altura''

Maria Bethânia | Diamante Verdadeiro

Vamos morrer de saudade da mãe que Fernanda Young foi

Visão de Aniversário com Fernanda Young

Fernanda Young : A vida acaba com a gente. Poesia e o humor salvam.

Metrópolis: Fernanda Young, descanse em paz!

Gretchen pede desculpas a Macron


Padre Zezinho fala sobre Amazônia


Recado dos índios do Xingu


No domingo de agosto um intervalo de fé no grande povo brasileiro!


Fui na excursão da dona Zizi, vizinha de bairro, Vila Isabel, que ontem completou 47 anos ininterruptos  peregrinando uma vez por ano à Aparecida no norte de São Paulo, levando grupos.  

Viajei com minha cunhada Alcina Maria, verdadeira irmã já que dei trabalho pois até precisou me empurrar na cadeira de rodas durante a visita ao Museu de cera. Além das dores de coluna,  tive crise de tosse, ando atacada de alergia respiratória mas tudo foi compensado pela fé.  A imensa fé que vejo no povo brasileiro .  A cidade cresceu muito. Lembro que a primeira vez que fui, nos anos 60, com meus padrinhos Iveta e Juquita, só existia a pequena basílica nos tempos de 1700. 

Devoção desde o Império. Mil histórias. Relatos de muitos milagres. Milhões de peregrinos. Pátios imensos coalhados de grandes ônibus , peregrinos a cavalo, gente de todos os cantos do país. 

Que país é este? Perguntou Cazuza. Pergunto eu. Tem um povo de fé.  Terrivelmente crente na magia da superação.  Gente humilde como cantou Chico. Também sou caipira Pirapora, nem vi ontem um só instante de dúvida no rosto daquelas criaturas. Havia prece. Agradecimento. Esperança.  Igualdade de dignidade na sobrevivência.  Brasil mostra muitas caras além de Brasília ou da Amazônia.  

Brasil é um lugar de muita gente do bem. Não vi ninguém armado. Aliás,  a arma mais poderosa ali era a oração.  A coisa se repete há mais de 300 anos. O povo é honesto. Muitas religiões se calcam neste preceito.  Sim. Sobram espaços para espertalhões e recalcados. Mas o melhor é o imenso lugar a ser ocupado por gente que vai em frente contando com sua fé no amanhã de uma nação ainda tão manipulada por excusos interesses de poderes internos e externos.

Foi um domingo de felicidade naquela cidade às margens do rio Paraíba do Sul, origem histórica da imagenzinha da Senhora Aparecida. Origem do meu nome, a fé dos meus pais. Lugar de encontro de um povão simples. Um povão que merece ser melhor tratado, respeitado e reverenciado. Mas que dá lição de perseverança na conquista da sua sobrevivência,  como Dona Zizi, que faz sorteio de brindes na viagem de volta.  Uma delicadeza no meio de orações e agradecimentos. Meu pai chamava a Santa de Minha Padroeira. 

Ontem, estive lá mais uma vez, com fé e força crendo em dias melhores para nossa gente tão humilde porém tão sábia na busca de dar voltas por cima dos dramas sociais cuja história todos sabemos.  Como diria o escritor baiano João Ubaldo, "viva o povo brasileiro"! 

Eu acrescento,Sim Viva!  Na sua fé sincretizada e na sua tremenda esperança,  terrivelmente histórica ou católica ou respeitosa de tantas imigrações que nos formaram para a vida ! Viva os povos indígenas que merecem nossa reverência maior. Eram os donos da Terra quando os colonizadores chegaram. Viva o povo afrodescendente que veio ser escravo e nos engrandeceu a cultura. 

Viva quem reconhece que nosso povão é prova do quanto somos guerreiros na luta diária.  Viva cada devoção desse povo que, em sua maioria, é mesmo gente boa e de muita fé. 

Cida Torneros 




sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Quaresma de São Miguel


A mulher e sua idade ideal




A melhor idade de uma mulher

Seria um dogma imaginar que una mulher no mundo moderno ocidental teria uma idade ideal.  Talvez fosse a idade da sua própria descoberta como ser livre e pensante,  capaz de fazer escolhas tanto de gênero como de religiosidade ou de formação de família ou ainda da tal decisão de viverem sozinhas,  em qualquer idade hipoteticamente.  Por exemplo,  aos 70, com limitações de saúde e locomoção a gente vai se tornando muito dependente mesmo. No meu caso, olho pra trás,  vejo uma vida profissional de 45 anos bastante agitada no jornalismo e no magistério superior.  Revejo também a criação de um filho que foi morar sozinho aos 19. Depois, casou-se, Atualmente mora com minha nora em Brasília.  Nos vemos muito pouco.
Cá estou vivendo minhas escolhas, a aposentadoria e as tais limitações.  Tudo certinho. Cuidados especiais.  Alegria interna de viver ; muita oração;  muita fé e esperança,  apesar de tudo.
Abandonei vaidades. Valorizo sentimentos.  Busco paz e saúde.  Estou na melhor idade. 70 de cida, 17 de sonhos, 40 de maturidade, quase 100 de despedida.
Cida Torneros

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Andrea Bocelli - La Donna è Mobile - Live From Central Park, USA / 2011

Visão Masculina com Contardo Calligaris e Márcio Pugliesi - Parte 2/2

Entrevista completa com Contardo Calligaris

Fogo na Amazônia: Macron convoca G7. Mídia alemã quer sanção econômica e...

Tango


Falando de amor


Quaresma de São Miguel


quarta-feira, 21 de agosto de 2019

El Lirola | Bamboleo© | Almería

Aretha Franklin


Um brinde à antiga casa!









Mudei. Sigo como cigana mudando de casa. Agora voltei a morar na casa de mamãe é papai, com o cachorro dela, seus gatinhos e os meus.  Agora são 5. Mas comemoro. Eles são companheiros. Têm personalidades fortes. Gostam do espaço. Querem atenção e carinho. Bichos de estimação que nos preenchem a vida. Às vezes parecem entender tudo. 
São criaturas surpreendentes.  Brincam. Correm. Até se escondem. Pedem ração às 5 da manhã.  Miam pra me acordar. O cachorro late pra eu jogar o osso. Os pets são seres incríveis.  
Só convivendo para compreender. 
Um brinde à antiga casa e um brinde à nova também que é velha mas passou por obras. 
Estou bem com essa criançada que se espalha. 
Cida Torneros 

Adágio flamenco


Teatro Cólon Buenos Aires


Veinte años


Minha história


Sexto dia da Quaresma de São Miguel


domingo, 18 de agosto de 2019

O óleo da Rosa damascena da Bulgária


No llores por mí Argentina


Amapola

Amapola

Vaya com Dios


Fina Estampa


Casamentos por amor!


Beyoncé e Alejandro Fernandez - Amor Gitano Produzido e legendado por T...

AMOR GITANO (Volimôs Romanô) - Grupo Rorarni - LETRA

Dança Cigana - Esmeralda - Jackie Chermont - 13/04/14

DANÇA CIGANA - Karla Jacobina

Montana - Gipsy Kings (tradução)

Um AMOR


Discurso de formatura: EDUCAÇÃO!


sábado, 17 de agosto de 2019

Guajira - flamenco

Aprender a Usar el Abanico con Pilar Astola (vídeo 2).

O abanico mais lindo de todos no Flamenco Por Aí

abanicos










Easy rider: Sem destino | Cinema e Música | Alta Fidelidade

Blitz


A DEZ PASSOS DO PARAÍSO PERDIDO, SIGO SEM DESTINO!





A quantos passos do Paraíso estamos nós?  De repente tudo mudou. Valores trocados?  Sei lá... observo a programação da TV nas tardes da grande família.  Divirto-me com os diálogos do Agostinho Carrara com o Paulão.  Eu trabalhava tanto que na época nunca assisti. Agora o tempo está aqui sobrando. Junto com a solidão.  Acrescidos das crises de coluna, intermediados   pelo noticiário apocalíptico da Globo News, com falas enlouquecidas de um cara eleito pra presidente do Brasil que se acha um sabe tudo. Ontem, por exemplo, vi a entrevista do ex presidente preso que bradou sua inocência.  Mas sofri a morte do Peter Fonda.  Lembrei dos lances do filme inesquecível Easy Rider.  Como sonhei com aquela viagem sem destino pelas estradas da vida.
Talvez eu a tenha feito sem perceber. Saí por aí, no mundo doido, aterrissei  com 22 anos em Tóquio.  Tudo era estranho pra mim naquele fevereiro de 1972.
Eu ia em busca do Paraíso profissional ou pessoal? Difícil de definir. Tudo junto e misturado,  segui a vida.
Passaram-se mais de 50 anos. Perdi e reencontrei pessoas.
Ainda acho que estou longe de casa. Tenho a companhia de  cão e gatos. No dia a dia, tenho livros, filmes. Abri mão de redes sociais. Gosto de orações. Elas me acalmam. Perdi hormônios.  Encontrei velhice inexorável.  Aprendi a tomar medicação diária.  Cansei de viajar pelo mundo. Viajo dentro de mim. Falo com familiares e amigos. Vou seguindo. Na estrada da Vida vejo a injustiça e as guerras. As doenças e as mortes. Reaprendo a amar flores. Poesias. Bichos. Borboletas.  Frutas. Mares. Céus.  Perfumes. Canções.  Obras de arte. Frases positivas. Esperanças dos candidatos nas filas de emprego. Volto na tal esperança de que alguém me espera. Pode ser um ser de luz. Pode ser sim.
Estamos todos a dez  passos da catástrofe ambiental do planeta terra.  Talvez não.  Tentarei ser positiva. Melhor imaginar que o Planeta Azul se salvará.  Um dia!
Cida Torneros