sexta-feira, 4 de março de 2016

Alto verão

Já estamos em Março porém ainda vivemos o chamado alto verão
Os tempos andam quentes em Brasília e Curitiba. A política ferve. Nos áureos tempos do clube chique era comum se atribuir bolas pretas para embairrerar sócios.
Novos costumes. Informalidade e corrupção.
Mas o verão persiste traz águas de março. Traz leves roupas e muito sorvete.
No bojo da sua fogueira de vaidades o verão também embala sonhos de virada. Vou mudar minha vida. A gente pensa nisso mas quase sempre se conforma e segue vivendo a vidinha nossa de cada dia.
Voar e alçar novos céus fica por conta da imaginação.
Um dia se decide emigrar . Coragem. Bolas brancas para os que enfrentam caminhos novos a qualquer idade. Bem vindos ao clube dos aventureiros de plantão.
Ora bolas. Estamos vivos e há muitos caminhos para trilharmos pela primeira vez.
Cida Torneros 


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

O modelito inesquecível



Pretty woman, o modelito inesquecível





A minha paixão por bolinhas é  um fato mas o modelito usado  pela personagem  de Pretty woman  é inesquecível.
Bolas brancas no fundo café chapéu e luvas indicando elegância e singeleza para uma dama em festa de bacana. A garota de programa vivida na tela realiza seu sonho de Cinderela e é encontrada pelo seu Príncipe encantado que ao se apaixonar por ela vai mudar totalmente sua vida.
Vivian é moça sonhadora apesar do meio onde se insere e ao conhecer o homem executivo solitário que precisa de companhia ela descobre que ambos tem sentimentos .
Os sentidos os aproximam e o comércio sexual vira história de amor. 
No filme este traje realmente me marcou. Embora em outras cenas apareçam muitos outros no processo de transformação na moda, talvez a classe das bolinhas supere ao meu ver os demais modelos.
Imagens lindas de conto de fadas. No cinema, elegância e época se confundem com fantasia e emoção.
Cida Torneros 

Pretty woman








Uma linda mulher


Estúpido é mesmo o tal cupido!



Um anjinho com arco e fecha que fica escolhendo corações como alvos para uni-los  sem razão aparente. Uma vez fisgados, os seres viajam por mundos doidos impensáveis sob o ponto de vista da pura realidade.
A tal estupidez traz um estado dalma abobalhado para o comportamento das pessoas. E quando se acorda dos sonhos do Sr cupido vem um dor que só os apaixonados saberiam descrever.
Por isso é  excelente lembrar dessa canção. E fugir do Cupido pelo resto da vida.
Enquanto for possivel  a gente dribla o anjinho das flechas e vai se divertindo por aí. Em paz!
Cida Torneros