sábado, 2 de novembro de 2019

Felicidade começa com fé


Have I told you lately


Volare


Meu primeiro amor


Entrevista com Divaldo Franco


Lamento Sertanejo


Give me love


Argentinos repudiam Bolsonaro


Eu nunca mais vou te esquecer


Papa Francisco no dia 1 de novembro


A flor é o espinho


Ciro Gomes


quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Ney Matogrosso em Londres


Que no se rompa la noche


Habanera


Tanta solidão


Aparição de Santa em Curitiba tem atraído fiéis do mundo todo

Diana Navarro - Me bebo tus secretos (Audio Oficial)

Ditadura desarquivada


O Emocionante Encontro de Divaldo Franco com Chico Xavier

☮ DIVALDO -O Mensageiro da Paz (ENTREVISTA COM ATORES) :: Ghilherme Lobo...

Divaldo - O Mensageiro da Paz | Clip Oficial 4 | HD

DIVALDO FRANCO EM SANTOS 28 09 19

Bruxas amadas


Bruxa


Humanidad


Duet


Deixa


Lula livre em Buenos Aires


quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Neil Diamond


Chile


Quem atendeu o telefone da casa 58?


Marielle presente. Assombrando.


Derecho de nacimiento


Natália Lafourcade


Frank Sinatra


Audiência do papa Francisco no dia 30 de outubro


terça-feira, 29 de outubro de 2019

O último baile do Império. A segunda valsa da República monárquica. Em terras de leões e hienas , baila-se em reviravoltas, o Brasil terá um rei das Selvas ou das Milícias?


Quanta beleza nos salões tradicionais onde se bailam valsas no compasso equilibrado da paz. Entretanto, em tempos de repúblicas monárquicas,  se é que se possa chamar assim, tudo está confuso no Brasil e nos países que nos cercam. Há viradas e rodopios em torno de idéias aliadas a interesses diversos. Oscilam entre ideologias de esquerda e direita ou entre ditaduras ou democracias.
O rei das selvas é um leão twiteiro. As feras são supostas bestas inimigas que tiram a leveza das noites de dança real.
Comércio livre ou Pátria soberana, um ir e vir de interesses  diversos. 
A quem interessar possa deve-se esclarecer que a era dos príncipes encantados já acabou. O que se espera hoje é que os povos oprimidos tenham direito de sobreviver com dignidade.
Nada contra os passos volteados nos salões luxuosos ou nos palácios suntuosos. Ficam lindos em cenas de cinema.
Mas na vida real ( sem reis) tornam-se fanfarras de aloprados. Ou, mais violentamente,  cobertura para execuções ou assassinatos de defensores das comunidades sufocadas. Parece que o destino da vereadora Marielle Franco assim foi traçado:  um último baile na ilha fiscal como aquele de dom Pedro II. 
Não haveria dia seguinte.  
Será?  Segue o baile! Dançamos conforme a música.  Tribunais Superiores até legislam. Congresso até faz votação de reformas. 
O poder Executivo até zomba de nós na internet. 
Claro que haverá retratação.  Assim disse o rei das Selvas. 
Mas, sinceramente, nossos povos das Américas querem é Justiça.  
Em bom compasso. Sob a batuta de grandes maestros. Orquestra afinada que nos embale a esperança. 
Cida Torneros 

Bob Fernandes


O leãozinho


Dia Nacional do Livro
















Willie Nelson - Always On My Mind (Official Music Video) (ele tem 86 anos)

O Melhor do Country Americano 2019 - Melhores Músicas Country Internaci...

Música country no final dos anos 80 na Flórida, grandes lembranças!




Lá estávamos nós quatro. Eu. Minha prima Carminha, sua filha Luciana e meu filho Léo,  ambos então com 16 anos.  A viagem fora planejada para passarmos algumas semanas na casa da tia Wilma Edie Espósito, americana, viúva do tio avô  Ovídio Torneros. Ela mudara de Buffalo para Jacksonville, na Flórida.

Conseguimos com minha amiga Consuelo um daqueles vôos fretados por preço acessível,  nas férias de Janeiro. Era a primeira viagem internacional deles três.  Eu já tinha morado como correspondente,  anos antes, no Japão,  e tinha ido a Los Angeles e Alasca.

Claro que nossa ida em grupo foi uma aventura. Cheia de histórias.  Os adolescentes são personagens divertidos. Tudo era novidade. Edie foi nos buscar de van alugada em Orlando, com sua filha Susette como motorista.

Esta tinha uma característica bem peculiar: ouvia direto música Country . Foi questão de nos acostumamos os ouvidos. Pelas estradas, muitos passeios, aqueles lugares com pouco verde. Era inverno lá.  Aquelas casas sem muros, os bairros onde não se via gente caminhando. Todos pareciam estar dentro dos automóveis.  Dias e noites de descobertas.

Alegrias no interior da casa Grande. 54 canais de TV a cabo. Lareira para experimentarmos mashmellow no fogo direto. Vizinhos que nos visitavam como seres de um Brasil desconhecido. Perguntavam por cobras e jacarés nas ruas do Rio de Janeiro. Íamos na igreja que nossa tia frequentava. Éramos aplaudidos. Observávamos os bairros de população negra. Salões de beleza separados. Era visível a segregação ainda.

No dia-a-dia, íamos a pequenos shoppings, lojas de tênis com promoções de preços muito inferiores aos do Brasil. Consegui comprar um computador 486 para meu filho, aqui o trambolho era uma novidade.

Mas o que não deixou mais os meus ouvidos foi a tal música country.
Entremeada da história da conquista interior da nação americana. Por aqui ainda não tínhamos sua grande influência que chegou anos depois.

Wilie Nelson era um sucesso. Mistura de homem branco com tranças indígenas,  ele representava a mistura perfeita da colonização imposta e da resistência dos povos nativos.
Susette cantarolava enquanto dirigia. Nós tentávamos entender aquele país que se julgava o maior do mundo.

Minha tia veio várias vezes ao Brasil. Tinha um recanto brasileiro na casa. Com berimbau, quadros de asas de borboletas, várias réplicas da Estátua do Cristo Redentor e até alguma bonecas vestidas de baianinhas.

Ela chamava de " my Brazil".

Realmente foi uma viagem inesquecível há quase 30 anos.
Experiência de vida inovadora.
Oportunidade de mostrar aos nossos filhos o quanto o mundo é imenso , diverso e tem visões segregadoras.

O fato de nós quatro falarmos inglês causava surpresa. Acho que aquelas pessoas, em sua maioria, pensavam que no Brasil, éramos todos atrasados e ainda colonizados por  opressores ditadores que nos tornavam seres distantes do progresso. Evidente que hoje tudo mudou.

O povo americano aprendeu muito sobre o povo brasileiro de lá para cá.
Já voltei em 2008, durante a primeira campanha de Obama, fui conhecer Nova York e Washington . Mas, acreditem, além do jazz, ouvi música country em alguns bares. E gostei.

Cida Torneros

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Amor, amor de mIs amores


I'am a woman


Perfídia


A vida. Mário Quintana


Hoje começo a amar você de novo...


Tango para todas as argentinas. Teresas ou Cristinas ....


Vontade dividida


Discurso da Vitória na Argentina


domingo, 27 de outubro de 2019