sábado, 9 de novembro de 2019

Julio Iglesias �� Devaneios

Laura Pausini La Solitudine (Tradução)

El dia que me quieras


A fluidez do mundo líquido


Belchior - Saia do Meu Caminho

O Rei


Moacyr Franco - Perdão por ter sido só corno

Mujica celebra a liberdade de lula.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

O gosto de tudo


Confraria das Rosalbas. Nossa história

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Rememorando as Tulipas da Confraria das Rosalbas

Em 2002, uma grande amiga me induziu a assistir um filme que marcou um momento ímpar da nossa vida:  "Pão e Tulipas", do italiano Silvio Soldini, com os atores Licia Maglietta e Bruno Ganz, nos papéis principais. A crítca da época, no jornal Estado de São Paulo, apontava "um filme gentil sobre a chance que todos têm de mudar de vida". No resumo incluso na edição em DVD, lê-se que "tudo  poderia ser apenas um pequeno incidente de férias, daqueles que se pode rir depois, porém o fato  do ônibus de excursão partir sem Rosalba, e nem mesmo o marido e dois filhos sentirem sua falta no grupo,  torna-se subitamente, uma porta aberta para a fantástica virada de vida." 
Pois o  filme, visto e revisto por nós, muitas vezes, nos inspirou e criamos a Confraria das Rosalbas. Tivemos um dia especial, o 8 de março, quando reunimos um expressivo grupo de mulheres, no cinema do Palácio do Catete, no Rio, com direito a chamada pela televisão, notinhas em jornais, e debate sobre o tema do filme. Era 2002, nos mobilizamos em seguida e meses depois organizamos uma reunião num hotel em Copacabana, quando tivemos uma palestra sobre biodanza e homenageamos Dedé, uma senhorinha de mais de 80, que começou a ser maratonista aos 55, quando se aposentou da polícia federal e descobriu que podia mudar de vida. Seu depoimento mostrou que as corridas a levaram a correr em lugares onde nunca tinha imaginado que pisaria um dia, Europa, América do Norte, e até países da África passaram a fazer parte dos roteiros de suas participações em corridas internacionais e medalhas colecionadas.
O filme, ambientado em Veneza, fala de liberdade e auto-conhecimento, com delicadeza e proposta de renovação de vida.
Onde entram as tulipas? Exatamente na arrumação delicada da mesa de café, no pão de cada dia, aquele alimento básico, quando a personagem protagonista se hospeda na casa de um garçom e trabalha numa floricultura, enquanto sua família a aguarda para que retorne das "férias" repentinas que tirou, da vida cotidiana e sufocante que levava.
A Confraria das Rosalbas não prosseguiu seu caminho como instituição, ainda somos amigas, algumas vezes lembramos daquele momento, único, e, certamente, uma sementinha germinou-se no grupo, todas seguem suas vidas, com mudanças naturais que a maturidade impõe, mas compreedendo que há que enfeitar o caminho com flores, tulipas especialmente.
Agora, acabo de receber correspondência de uma floricultura paulista sugerindo tulipas para presentear amigos e amores.

O fato  é que, até hoje, eu e muitas companheiras trocamos presentinhos com motivos "tulipanos", a figura destas flores se tornou símbolo de vida renovada para nosso grupo.

Essa imagem me faz rememorar as tulipas da Confraria, quando relembro  o exato instante em que cada mulher se descobre "livre" para viver sua própria vida, em que se desabrocha dentro de cada uma de nós a certeza de que há muitas viagens a desfrutar, lugares a conhecer, comidas diferentes a saborear, pessoas novas para interagir e, principalmente, faces interiores que se mantinham escondidas e que nos é dada a chance de revelar e nos permitir surpreender, como fez Rosalba, na sua linda história!
Cida Torneros  






FILME INSPIRA A CRIAÇÃO DA CONFRARIA DAS ROSALBAS



O filme italiano "Pão e Tulipas" causou tanto impacto na vida de duas amigas cariocas que elas resolveram montar uma confraria. A professora universitária Aparecida Torneros e a arquiteta e fotógrafa Vera Voto, inspiradas na personagem central do filme, Rosalba (Licia Maglietta), fundaram em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a Confraria das Rosalbas. Cerca de 70 mulheres compareceram ao lançamento. As amigas se organizam agora para fazer a primeira reunião do grupo.


Valor Econômico


Por que Lula está livre?


Luis Miguel. Você me desespera


Love me tender


Era dia da mulher, fizemos aquela festa na SERLA, há 15 anos!.





Memórias boas são patrimônio.   Há  anos, quando trabalhei na Assessoria de Comunicação Social da Superintendência Estadual de Rios e Lagoas do Rio de Janeiro, organizei com as companheiras, uma comemoração pelo dia Internacional da Mulher. Projetamos o filme italiano "Pão e Tulipas", sorteamos brindes, levamos lanches, foi uma alegria.

O filme conta a história de uma dona de casa que descobre que para seu marido e filhos adolescentes ela se tornou parte do mobiliário.  Chega a ser esquecida numa parada durante uma excursão rodoviária.  Por Isso, pega umas caronas e vai parar em Veneza, cidade próxima à sua que ela nem conhecia. Ali sua vida muda. Ela se reinventa. Faz a grande reflexão que a mulherada se impõe fazer ao entrar na maturidade.

Lembro das conversas depois do filme. Um frenesi de identidades. As colegas e eu aproveitamos muito esse momento de valorização da figura feminina trabalhadora que tem direito de questionar seu papel no universo machista em que ainda vivemos.

Encontrei essas fotos que me fizeram sentir saudades dos tempos cansativos da luta diária numa época em que eu me aproximava dos 60 anos e planejava a aposentadoria. Mesmo assim, aos 55, fiz o MBA de Gestão Ambiental,  da UFRJ, o que me trouxe profunda consciência dos problemas de sobrevivência do Planeta.

Acompanho atentamente a luta dos jovens em defesa do meio ambiente. Sei que é um desafio para preservar o futuro das próximas gerações.

As mulheres têm se destacado nesse tema. Vide Greta, a militante sueca  de 16 anos ou a atriz Jane Fonda, com mais de 80.

A personagem do filme, Rosalba, me inspirou a criar, na época,  com um grupo de amigas, a confraria das Rosalbas.  Nosso símbolo é a tulipa.

Sabemos que nossa passagem pela vida tem muitas oportunidades para descobertas e militancias. Estamos aí,  seguimos entre festas e lutas, gritos e sussurros, sonhos e saudades.
Cida Torneros



Tô voltando


Bob Fernandes fala de Lula livre


quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Retrato do Velho - Jingle de Getulio Vargas

Pai e Filho. Cat Stevens


Amado Batista e Moacyr Franco


O Brasil tá uma zona!


Leva eu sodade


Bem vinda Irmã Dulce


Ciro


Serafim e seus filhos


La casa de papel temporada 4


quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Brasília, 2008 e 2010. Fotos de Denise Teixeira.




Na minha vida de jornalista profissional fui muitas vezes a Brasília.  Primeiro, nos anos 80, quando dirigia a comunicação social da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e participava da organização, a nível nacional das primeiras campanhas de vacinação contra a paralisia infantil. Naquele tempo, tive o privilégio de conviver com o cientista Albert Sabin, o pai das gotinhas que refrearam e até eliminaram a doença em nosso país continental. Tinha filho pequeno com quem falava por telefone desde o hotel, enquanto travava a luta para tornar vitoriosas as campanhas pela saúde dos brasileirinhos da idade dele.

Depois, no final dos anos 90, editando um periódico para a colônia espanhola radicada no Brasil fui muitas vezes na Embaixada da Espanha tratar de patrocinio  e matérias publicadas.

Nos anos 2000 fiz trabalhos para a Federação Nacional dos Médicos,  acompanhei assessorando alguns seminários a convite da minha amiga Denise Teixeira, jornalista hoje radicada na Espanha.

As fotos foram tiradas por ela. Uma no hall do hotel Meliá quando o editor do meu primeiro livro " a mulher necessária " precisava de uma imagem urgente para a orelha da edição.

A outra foto,  em nossa visita ao Memorial JK, numa escapada de folga em hora de almoço.  Isso foi em 2010.

Ainda não voltei lá.  Meu único filho vive e trabalha na capital depois de ter passado num concurso para o STJ em segundo lugar há uns dois anos. Minha nora está com ele.

Ainda não pude visitá- los. Nos últimos tempos houve a doença da minha mãe que faleceu ais 92 anos em fevereiro deste 2019.

Brasília na minha história pessoal tem um componente especial. Ganhei um prêmio em 1960, num concurso de todas as escolas públicas do Rio de Janeiro escrevendo a melhor redação sobre a mudança da capital. Eu tinha 10 anos. Recebi o prêmio das mãos do governador do novo Estado da Guanabara. Era o político Carlos Lacerda. 

Não tenho registro fotográfico da cerimônia que aconteceu no cine Rex. Tenho a lembrança da minha visão esperançosa e infantil sobre a nova cidade concebida para o Brasil do futuro.

Sequer imaginei o quanto a cidade cresceria e se tornaria quase uma ilha da fantasia diante da realidade ( s) brasileira (s).

Hoje acompanho o noticiário político do Centro dos poderes nacionais. Torço por dias melhores para a terra do Planalto Central. Provavelmente meus netos serão brasilienses.

Assim que puder vou revisitar a cidade sem compromissos profissionais. Agora, aos 70, aposentada, espero conhecer melhor a região e observar com parcimônia aquele centro de decisões da vida nacional.

Brasília era um sonho desde o Império.  Juscelino um corajoso. Niemeyer e Lucio Costa dois arquitetos audaciosos.

O tempo correu. O futuro chegou.  A Brasília da minha redação de 1960 é outra. Vou redescobri-la.

O passado passou mas a história é forte. Com certeza. A energia que circula por lá tem a força da esperança de um povo desigual, diverso e sobretudo,  necessitado de poderosos conscientes do seu papel de condutores de uma nação sedenta de justiça e governabilidade democrática. 
Cida Torneros


Depoimento do ator que interpretou Chico Xavier


Oração Celta


Ministro do meio ambiente leva bronca da deputada Jandira


La casa de papel. Bella Ciao


La casa de papel


Brasil receberá bilhões da Arábia Saudita. Os novos fascistas estão chegando. Bella Ciao. O Congresso brasileiro pode virar " lá casa de papel". Que Alah nos proteja. Será que este Brasil de milhões de excluídos vai lutar contra o golpe em curso?





Confesso que vivi,  como Neruda, um sonho de um mundo melhor, mais justo, sem guerras ou injustiças.  Porém, não vivi ainda o suficiente para compreender a ganância insana do capitalismo ou o poder assassino dos ditadores e seus lados psicológicos justificados pela força bruta.

O mundo, nesse século XXI, está girando a roda caótica da destruição do Planeta e da insolvência dos valores ditos morais em nome de religiosidades capazes de trucidar jornalistas e sumir com seus corpos esfacelados.  

Em nome de Alah ou com Deus acima de Tudo, Hitler por exemplo, eliminou milhões de judeus. Seus fantasmas vagam sobre os ricos de agora. 
O Brasil tem as almas penadas dos negros mortos nos troncos além dos espíritos dos povos indígenas da floresta, que não vão poupar do sofrimento aos que se julgam donos das terras e do agro negócio. 

Cristo anda por aí,  usado de todas as maneiras, por honestos e falsos sedentos de poder sobre crentes incautos.

As igrejas são massa de manobra sempre. O Papa Pio XII é visto até hoje como omisso na defesa do povo judeu apesar de sabermos do seu drama quando Roma foi sitiada pelas tropas nazistas.

A história se repete? O ser humano se auto destrói? 

Os bilhões de dólares do príncipe da Arábia Saudita são  o dinheiro lavado com sangue de Jamal para salvar o Brasil?

Ou o leilão do pré sal é que nos apontará o norte dessa bússola desgovernada?

Que importa agora esse mundo onde as ruas fervem em Hong Kong,  Beirute,  Barcelona, Santiago do Chile e ferverá muito mais?

No Rio de Janeiro, onde nasci e sobrevivo há 70 anos, a bala perdida já ferve com as guerras entre facções e as milícias há muito tempo. Acho que exportamos esse modelo infeliz de milicianos atrelados aos poderes ditos constituídos.  

Armou-se a confusão.  Pelo voto. Pela máscara democrática.  Pela pregação de Deus. Pela defesa dos costumes conservadores. Pela volta, caso eles julguem necessário,  dos Atos institucionais para preservar ordem unida. Pode ser também Ordem e Progresso.  Cabe pensar na ordem dos fatores que não altera o produto.

Usar-se-á o chumbo grosso para conter os inimigos. Assim foi feito por toda a história da humanidade.

Afinal, só o sangue de Jamal é pouco para salvar as ditaduras no seu caminho de vitórias.  Pode ser a Vitória da China e a derrocada do Imperialismo Norte americano.

Logo veremos. São milhões no pré sal assim como São milhões no pós terra arrasada.

Beirute, Santiago, Hong Kong,  Rio de Janeiro, Amazônia, Barcelona, são apenas lugares onde povos reagem às desigualdades. Em muitos pontos do resto do mundo nem há como reagir. Na África da fome só se quer fugir. Nos países onde isso é uma saída,  populações de refugiados tentam salvar a pele e fogem de qualquer jeito. Migram deixando tudo pra trás.  Antes de serem mortos em rituais macabros  de perseguições e misérias,  ou de fuzilamentos sumários em comunidades desassistidas. 

Os fascistas nunca foram embora. Camuflaram-se. O seriado espanhol " Lá casa de papel" é um épico retrato do que acontece com o sonho do tio Patinhas.

Será que teremos forças para lutar ou fabricar dinheiro? O príncipe é rico. Jamal está morto, babaca! 

Nós estamos assistindo a esse seriado Big Brother mundial pela telinha manipulada pelos poderosos. Até quando?
Cida Torneros

Bolsonaro quer dar o golpe


segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Com el tiempo


Lá Paloma


Thalia, Pedro Capó - Estoy Enamorado

Pablo Alboran - Recuérdame (Official Cantoyo video)

Perdóname -Pablo alborán y Carminho (letra)

Ciro Gomes responde ao trabalhador em São Paulo


Diana Navarro y Pedro Alborraran


Lá Paloma


domingo, 3 de novembro de 2019

Adoro as mexicanas


Roberto Carlos Sentado a beira do caminho E.C. e Wanderleia

Wanderléa - Prova de fogo & Pare o casamento (versão pop)

Eugenia León, Fernando de la Mora y Lila Downs "Los Huapangos"

Las Tres Grandes - La Calaca (Primera Fila) [En Vivo] ft. Lila Downs

Julieta Venegas - Ese Camino (Video Oficial)

Julieta Venegas, Mon Laferte, Natalia Lafourcade y Ximena Sarinana MIX E...

Natalia Lafourcade - Nunca es suficiente (letra)

Tea for two


Como é grande o meu amor por você...


Onde estará o meu amor?


My sweet Lord


Que nega é essa?


Negue


A Lavanderia | Trailer oficial | Netflix

10 MELHORES FILMES DE 2018 | Lista 16mm

A Lavanderia | Crítica do filme Netflix...acabo de ssistir na NETFLIX

UM DIA DE DOMINGO (letra e vídeo) com GAL COSTA e TIM MAIA, vídeo MOACIR...

Filho de Maria