sábado, 28 de março de 2020

Falso moralista


Joan Baez


Desde o Rio de Janeiro, envio esperança e gratidão!



Senhoras e senhores do mundo inteiro. De todas  as raças,  religiões,  classes sociais, gêneros,  ideologias, humores, preconceitos ou mentes livres, povos isolados das florestas, profissionais da área de saúde dedicados,  gente que está oferecendo sua vida pelo bem do próximo,  rico que abre mão de fortuna para ajudar os miseráveis,  sarcedotes que oram junto dos doentes e dos mortos,  pastores e líderes religiosos honestos que acolhem os parentes das vítimas,  voluntários que se unem à luta para ajudar nessa guerra do século XXI. A todos, desde o Rio de Janeiro, envio gratidão e muita oração.  Sei que sua luta não será em vão.  Já faz parte da história da humanidade.

Obrigada também aos pesquisadores que atravessam madrugadas na solidão dos laboratórios no afã de interpretar e encontrar os melhores tratamentos e até a criação de vacinas para salvar a humanidade do caos. Agradeço a todas equipes médicas e para médicas.  Deus os abençoe.

Aviso às grandes potências bélicas:  Não vão combater a pandemia com armamentos só, mísseis,  fuzis e soldados invadindo territórios.  Os territórios são outros. Estão nos corpos. São microscópicos. Estão vivo e se proliferam. Atravessam fronteiras. Desafiam os armamentista e zombam dos endinheirados.  A estes, só resta ajudar os mais pobres.  Juntar-se no mesmo lado da guerra. Todos contra um. Um vírus quase invisível que nos ataca para sofrermos sem desistir.

Estamos em quarentena como Cristo esteve  na quaresma.  Na história cristã o Cristo se isolou para se preparar para o pior. Sabia que iria cumprir o destino dessa humanidade refreada aos golpes  de surpresas que tornam a vida um mistério cuja esperança pode garantir o futuro das novas gerações.

Vamos sobreviver de alguma forma. Em almas ou em corpo.

Os que se forem deixarão o exemplo exemplo do sacrifício pela humanidade. Os que sobreviverem, terão a chance de pressionar para que as sociedades das desigualdades repensem valores.

Se dinheiro, capital, mercados, desigualdades,  exploração de povos escravizados etc pudessem dominar o planeta, o que os líderes do G20 poderiam fazer para mudar o sistema injusto que impera na humanidade sofrida e apavorada?

Temos muito a agradecer.  Muito a aprender.  Ditadores e povos. Governantes e governados. Isolados e solitários.  Jovens e velhos. Mortos e vivos. Somos todos vítimas de um corona vírus cuja virulência é quase nuclear. Joga bombas atômicas nos cérebros e corações de seres do planeta Terra.

Desde o Rio de Janeiro preciso dizer que sou irmã dos refugiados , dos perseguidos, dos torturados,  dos internados à mercê de respiradores e da sorte. Sou socialista sim.  O universo precisa reduzir desigualdade  mórbida.

Saibam que nossas orações alcançam suas dores.  São nossas. São as dores das grandes guerras do século XX, são os sofrimentos dos leprosos que Jesus amou e curou. São as agruras da paradoxal e misteriosa força da vida de pequeníssimo vírus tão ou mais letais que armas nucleares.

Quanta lição ! Principalmente para os que se julgavam poderosos ou superiores. Só existe um fator superior: o AMOR!

Quanta chance de agradecer a paz na Terra aos homens de boa vontade.

Depois da quaresma, teremos a Páscoa. Vamos ressuscitar como o filho de Deus. De verdade.  Ressuscitar os valores de respeito e amor ao próximo.

É o grande aprendizado que todos necessitamos ter. Com certeza.

Cida Torneros ( mãe de um filho ateu que vai ser pai em agosto , pela primeira vez , aos 42 anos ) 

segunda-feira, 23 de março de 2020

Ave Maria


Mensagem da mãe de Jesus


Sinal no céu


Último testemunho da vidente de Madjoure


La mas Bella cancion romântica


Onde pertencemos...


Aparências


Guarania da saudade


domingo, 22 de março de 2020

Água para elefantes


Mocedades... recuerdos


A história Da gripe espanhola de 1918

A história da gripe espanhola

Quando tu passas por mim


Juan Diego Flores


Contigo en la distância


O cadeado do amor


Quarentena em Vila Isabel. Com meus 5 gatos e o Sucata!














Este domingo é especial. Estou assistindo " cadeado do amor" filme que se passa em Paris. Como estamos de quarentena,  aproveitei o intervalo para registrar minha camisa rubra do América e minha gatinha cofre onde guardo moedas.  Deu uma volta pela casa.  Jardim com sol. Esperança de vida.
Essas criaturinhas me alegram.
São companheiras.  Antoine, Pretinha, Furreca, BB e Lili.

Sucata herdei de mamãe.  Um grude.
Bem. O filme recomeçou.  "A arte é a vida que se desenha sem borracha".
Boa quarentena pra todos.  Com fé.

Cida Torneros   

Tanta solidão